Adriana Elinor, Estudante de Direito
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Rodrigo Xavier, Advogado
Rodrigo Xavier
Comentário · há 5 anos
Ótimas informações Dr.

E se, e somente se, os bancos realizarem algo ainda mais sinistro como a chamada "reserva fracionária"?

E se, e somente se, além de todos esses abusos, eles emprestarem dinheiro que não existe ?

Seria ainda mais abusivo?

"O sistema de reserva fracionária refere-se à prática bancária, adotada na maioria dos países do mundo,[1] que permite aos bancos fazerem empréstimos ou investimentos em valor muito superior ao valor dos depósitos sob sua guarda, desde que mantenham como reserva uma determinada fração do valor desses depósitos.[2] Esse sistema permite que os bancos emprestem a maior parte dos depósitos a vista, retendo compulsoriamente apenas uma fração desses depósitos. O sistema de reservas fracionárias baseia-se na crença de que os depositantes não sacarão o seu dinheiro ao mesmo tempo. Se o fizessem, os bancos não teriam como atender a demanda, ou seja, quebrariam."[3]

https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_reserva_fracion%C3%A1ria

Veja esse vídeo, é bem explicativo.

https://www.youtube.com/watch?v=5oioHx_-OyA

Aqui abaixo se tem um quadro explicativo também, considerando uma obrigatoriedade de reserva de 20% do depósito, se não me engano, no momento, pelo menos no sistema americano, é de 10%.
Damos duro todos os dias para quitar empréstimos criados nas telas do computador sem nenhum correspondente real. Isso vale também para o endividamento público.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cria%C3%A7%C3%A3o_de_moeda

O sistema econômico recrimina a impressão de moeda pelo Estado, como já foi utilizada politicamente e artificialmente, mas só porque são eles que detêm a capacidade de criação do dinheiro através de dívidas sem correspondente em depósitos de valor equivalente.

Não me recordo a fonte, mas li esses dias que 97% do dinheiro circulante é derivado dessa manobra de reserva fracionária + juros. Talvez seja até nesse vídeo.

Segundo Éneas, esse sistema da dívida é questão central.

Nós, do meio jurídico, temos que entender como isso tudo funciona. Não adianta aqui falarmos em crimes, por exemplo, sendo que estamos inseridos em um sistema criado para canalizar todas as riquezas nas mãos do sistema financeiro. 54% de tudo que produzimos no Brasil vai para o sistema da Dívida. Claro que temos muito de incompetência, mas em se tratando de sistema político dependente de dinheiro para eleição e para a administração, são agentes do sistema. Detalhe é esse mesmo sistema bancário que financia nossa informação. São eles os anunciantes das revistas, telejornais e etc...

Veja o que é a legislação da Alienação Fiduciária. É a mais clara forma de nos tornarmos locatários de imóveis de bancos. Sendo que nos primeiros anos são destinados a pagar o somente juros. Quase não se abate o principal. Isso é um absurdo.

Precisamos rever o nosso sistema. Como o senhor mesmo disse, se o mercado está aquecido o sistema lucra muito, se o mercado está em crise os bancos continuam lucrando.

Enquanto não tratarmos essa discrepância, será inútil falarmos em erradicar fome, diminuir criminalidade...

Veja o que aconteceu no Equador com a revisão da dívida. Como eu tenho dito, até nos esportes estão se destacando. Veja a Seleção de futebol dominando as eliminatórias. Por que isso? O dinheiro saiu do sistema financeiro e está indo mais para a população.

Essa é a questão central que deveria unir a todos.

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